Mostrando postagens com marcador identidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador identidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Tenho corpo ou o corpo me tem?


Há algum tempo soubemos que um primo de nossa família, que mora no interior do Ceará, passou por uma grande dificuldade. Um dia, ligaram para ele de uma loja de São Paulo, dizendo que ele tinha uma dívida lá de mais de mil reais. Ele nunca foi pra São Paulo, e nunca fez compras nessa loja.
Ele descobriu, com isso tudo, que algum espertinho tinha aberto uma conta com os dados dele – identidade, CPF, e nome completo – em um banco de São Paulo, e tinha conseguido um certo crédito, usando-o para gastar mais de dois mil reais em várias lojas. Foi um tormento para ele provar que não tinha nada a ver com aquilo. Engraçado que ele não tem muitas contas, nem faz muitas compras por aí para que o número de seus documentos fique circulando pelo mundo. Depois disso tudo, ele redobrou os cuidados. Afinal de contas, seu nome e o número de seus documentos tinham sido usados por outras pessoas para proveitos egoístas.
Fiquei pensando, então, sobre a importância de guardar aquilo que é nosso, que tem valor para nós, para que não seja usado por pessoas que muitas vezes nem conhecemos. Imagine que uma grife quisesse divulgar uma nova moda de estampar nas camisetas o nome completo, o número do CPF e da identidade da pessoa. Creio que essa moda não ia pegar.
Ninguém, em sã consciência, sai por aí divulgando seus dados pessoais.
No entanto, temos algo de muito mais valioso que nosso nome, nosso dinheiro ou nossos documentos. É o nosso próprio corpo, que faz parte, da maneira mais íntima possível, do “todo” que somos como pessoas, como seres humanos.
Percebem como é ilógico que a moda e sociedade ditem parâmetros que fazem as mulheres mostrarem demais seu corpo? Ficaríamos surpresos com alguém que estampasse na camiseta o nome completo e o número dos seus documentos. Afinal de contas, alguém poderia usar aquilo para fins não muito bons, em detrimento da própria pessoa. Muito mais, porém, deveríamos nos espantar ao ver mulheres que mostram demais o próprio corpo, que é muito mais valioso do que nome ou documentos. Assim, de certo modo, elas se permitem ser usadas por aqueles que, certamente, olharão para ela com luxúria. Há prejuízos na dignidade tanto de quem olha como de quem é vista.
Tudo isso nos faz pensar como é sedutor o discurso da moda, da sociedade, da “revolução sexual”, para que tenhamos chegado ao ponto de considerar normal, natural, e desejável esse tipo de “uso” do corpo.
O Papa João Paulo II disse que há uma oposição entre o amor e a atitude de “usar” uma pessoa para o próprio deleite. Ele chama essa atitude de “utilitarista”, e lhe faz muitas críticas. Segundo ele, “o utilitarismo introduz uma relação paradoxal: cada uma das duas pessoas toma fundamentalmente a atitude de assegurar o próprio egoísmo, e ao mesmo tempo concordar em servir ao egoísmo do outro, desde que isso lhe ofereça a ocasião de satisfazer o próprio egoísmo. (…) [Essa atitude] prova essencialmente que a pessoa (…) se rebaixa ao nível de meio, de instrumento, (…) [o utilitarismo] é uma espécie de antítese do amor” (Amor e Responsabilidade, p. 33).
Para João Paulo II, só o amor dignifica a pessoa. Em suas palavras, “a pessoa é um bem tal que só o amor se relaciona com ela própria e plenamente”.
E então? Que tal agora se perguntar sobre a maneira como me visto e me comporto? Será que ela está induzindo o outro a me ver como um “instrumento” para seu prazer, em uma atitude “utilitarista”? Ou será que ela está suscitando no outro o desejo de me amar pela minha pessoa inteira, corpo e alma, e não só o corpo?
Daniel Pinhero
***
Se é verdade, e é !,de que a boca fala daquilo que o coração está cheio, a roupa que se usa também reflete os valores de quem as veste! Não a define,a pessoa é muito mais do que isso, mas emite sinais daquilo que a pessoa traz dentro de sí,o auto respeito,sua condição social e até seu mau bom gosto..
Em um mundo que vive a “ditadura do prazer e da aparência”,o corpo assume muitas vezes o papel de ser a “carta de apresentação” para a sociedade,sem dar muita chance para que a pessoa seja vista de forma menos superficial além do que é mostrado.
Aliás,existem pessoas que fazem questão de mostrar seu corpo talvez para esconder a falta de conteúdo interior,Quem o tem sabe que a pessoa é bem mais do que isso.
Não se trata de negar seu autêntico valor como dom de Deus  mas ajustá-lo a seu justo significado, sem desvalorizá-lo nem idolatrá-lo, mas respeitá-lo e o ter como expressão de amor  e serviço ao outro e a Deus.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Você ajuda por ser bom ou por querer ser reconhecido?


Não há ninguém mais verdadeiro conosco do que nós mesmos. Comece a se observar para ver quantas surpresas terá. Ao nos analisarmos vamos percebendo o tanto de qualidades que temos e também os pequenos e os grandes vícios que alimentamos. Eu costumo fazer essa experiência e tenho feito grandes descobertas sobre mim mesmo.


Cada vez mais o Espírito Santo me tem levado a me conhecer mais profundamente. É uma graça única conhecermos as nossas qualidades e as nossas limitações para que melhoremos.

Muitas vezes, queremos que as pessoas mudem, implicamos com elas, ficamos olhando para os seus defeitos e até nos irritamos com muitos de nossos irmãos, quando, na verdade, nós é que precisamos mudar.


Geralmente, nós nos achamos muito bons, mas se observarmos as nossas intenções em realizar cada coisa veremos que nem sempre estas serão retas. Sempre há um certo interesse por trás ou o desejo de sermos reconhecidos… De alguma forma, queremos tirar proveito particular das situações e demonstrar que somos perfeitos.


Você já parou para se perguntar se as suas intenções realmente são sinceras e justas?


Muitas vezes, ajudamos alguém, mas a nossa real intenção não é praticar a verdadeira caridade, mas sim, ser reconhecidos e elogiados e até mesmo receber alguma recompensa humana.


Peçamos ao Senhor que purifique as intenções do nosso coração, para que possamos vê-Lo e imitá-Lo.


“Cria para mim um coração puro, ó Deus; enraíza em mim um espírito novo” (Salmo 50, 12).


Jesus, eu confio em Vós!

Fonte: http://www.cancaonova.com/

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Viver em Cristo!




"Seja assim, seja como for vem ser o meu senhor", esse video é fantastico nos mostra o que Jesus espera de nós, autenticidade, só abrindo as feridas do nosso coração é que Ele poderá tocá-las e resgatando assim em cada um a verdadeira identidade de filho de Deus, caso contrário continuaremos vivendo uma mentira, uma ilusão, e não permitiremos a verdadeira transformação em Cristo. 



Jaidson Martins - Missionário Pentecostes